José Rui
José Rui é um designer gráfico que acabou por abraçar os livros e interessar-se ingenuamente por praticamente tudo.
Fundou duas associações de banda desenhada, outra de designers, outra de árvores, no geral gosta de colaborar e de partilhar a solidão com alguém. Por vezes escreve, outras fotografa, outras edita. Foi coordenador do Salão Internacional de Banda Desenhada do Porto, editor e livreiro. Entretanto aprendeu botânica e horticultura. Anda pela internet desde 1996.
Trabalhou para a Câmara Municipal do Porto, Câmara Municipal de Lisboa, Câmara Municipal de Matosinhos, Arquivo Histórico do Porto, Porto Editora, IPATIMUP e muitos outros, mas na verdade nunca trabalhou para ninguém. Há 20 anos que tem a sua própria empresa que tanto é gabinete de design, como livraria. Por vezes editora, por vezes galeria, por vezes apenas um laboratório. Gosta de fazer aquilo que gosta.

Mário Venda Nova
Mário Venda Nova nasceu em 1968, no Porto, onde reside e trabalha. É fotógrafo desde 1991, com algumas interrupções entre 2000 e 2006 quando tirou um curso de artes plásticas.

Tem estado sempre ligado à fotografia, do lado da produção ou do lado da curadoria, de forma consistente desde 2000. Em 2009 desenvolveu um trabalho de comissariado/curadoria numa galeria no porto onde foi responsável pela programação desde set./2009 até jun./2012.
Escreveu na revista portuguesa ”fotodigital” uma série de artigos de opinião sobre a fotografia, durante o período de fevereiro a dezembro de 2008. Em 2009 escreveu o texto introdutório para o livro ”entre reportagens” do fotógrafo Fernando Guerra.

Sente-se confortável em qualquer suporte e é um mestre da impressão digital, utiliza máquinas low-fi – lomo holga, compactas dos anos ’80, polaroid e pinhole, e a mais recente tecnologia digital. Fotografa em toda a luz em todo o lugar a toda a hora.

Em 2011 fundou o ”colectivo phos” e em 2014 juntou-se à editora ”our private garden” até ao fecho desta, em 2017 fundou a editora ”phos print” e tem-se dedicado à edição de livros, seus e de outros fotógrafos.

É um introvertido nato – sempre na procura do compromisso entre a mais pura solitude e o acto de comunicar com os outros – à vontade entre a solidão das ruas desertas de uma cidade ou nas mais cerradas florestas, Mário Venda Nova é um fotógrafo da angústia dos nossos dias, da tristeza e da solidão dos grandes espaços. É fácil encontrá-lo numa serra ou numa cidade deserta ou num evento social. Fã do silêncio e da solitude. Vive nos arredores do porto, num apartamento junto com a gata ”sakura”, rodeado de livros, discos e filmes. Adora concertos ao vivo, viajar e experimentar restaurantes novos. colecciona sapatilhas, livros de fotografia e peças vintage. Gosta de se levantar cedo.